Certa noite, você encontrou um caderno antigo cheio de rabiscos enigmáticos, como se alguém estivesse perseguindo uma ideia de forma obsessiva. Em uma das páginas, uma única pergunta se destacava: Todo número consegue encontrar o caminho até 1? Ela estava ligada a algo chamado Conjectura de Collatz, um enigma que confunde pensadores há décadas.
As regras eram enganosamente simples. Escolha qualquer número inteiro positivo.
Depois, repita esses passos com o resultado, continuando indefinidamente.
A curiosidade venceu: você escolheu o número 12 para testar e começou a jornada:
12 ➜ 6 ➜ 3 ➜ 10 ➜ 5 ➜ 16 ➜ 8 ➜ 4 ➜ 2 ➜ 1
Contando a partir do segundo número (6), foram 9 passos até chegar a 1, e a cada vez que as regras se repetiam, o número continuava mudando. No início, a sequência parecia imprevisível: subia, descia e pulava de um lado para o outro. Ainda assim, a conjectura afirma que, não importa o número inicial, sempre vamos terminar em 1.
Era fascinante, mas também intrigante. Por que isso parece sempre funcionar? Será que existe um número em que o processo se quebra, repetindo para sempre ou escapando para o infinito? O caderno sugeria que resolver isso poderia revelar algo profundo. E, com isso, fama, fortuna e um lugar na história esperam por quem conseguisse desvendar seus segredos.
Dado um número inteiro positivo, retorne o número de passos necessários para chegar a 1 de acordo com as regras da Conjectura de Collatz.
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